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Funjope destaca a Literatura

by anonymous

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Opinião

CARLOS ARANHA

 

caranha@terra.com.br

 

Publicado na edição do "Correio da Paraíba"

de 4ª feira, 8 de maio de 2013

 

O "AUGUSTO DAS LETRAS"

 

Tudo como antes em certa área literária. O que é excelente. O diretor geral da Funjope, Maurício Burity, decidiu ontem pela continuidade do “Augusto das Letras”, a ser realizado na última semana de agosto. Tanto que o diretor adjunto, André Coelho, já começa hoje as adequações orçamentárias relativas ao máximo evento da literatura na Paraíba. Tanto que, no ano passado, destacou-se em página inteira do “Estado de S. Paulo” e meia página da “Folha de S. Paulo”, além de ter contado com a presença luminosa de Carlos Heitor Cony no encerramento do evento.

O primeiro evento foi realizado quando Cida Lobo era subsecretária de Cultura do Estado, no governo Cássio Cunha Lima. O nome - “Agosto dos Anjos” - foi dado por Alex Madureira e o planejamento e coordenação coube a Cacá Santa Cruz. Interrompido, voltou em 2011, através da Funjope, com o nome “Agosto das Letras”, durante três dias e a coordenação de André Ricardo Aguiar. Em 2012, quando Lúcio Vilar era presidente da Funjope decidiu-se ampliar o evento para uma semana e ganhou o nome provisório de “Augusto das Letras”, porque era o ano do centenário do “Eu e outros poemas”, com a coordenação deste “cumpade” de vocês.

Ontem, Maurício Burity achou viável, oportuno, justo, deixar o evento literário com o nome “Augusto das Letras”. Deixar de homenagear anualmente, em definitivo, Augusto dos Anjos, quem há de? Fique claro, no entanto, que a programação não será majoritariamente em torno do poeta do “Eu”. Ele terá sua parte em destaque. Mas, os poetas e escritores vivos da Paraíba, principalmente, e do Nordeste, vão predominar neste ano. Já recebi uma ótima sugestão: o escritor Leo Barbosa propõe uma oficina de literatura infanto-juvenil. Vamos lá, pois no ano passado não aconteceram oficinas.

Maurício também me confirmou como coordenador do evento e disse não abrir mão de que a Funjope faça nele uma grande feira de livros.

Estou feliz (acho que estamos, todos), pois uma das prioridades do Brasil é a educação, a cultura, e seu início é sempre pela literatura.

 

@ CARLOS ARANHA é jornalista e escritor

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