CopyPastehas never been so tasty!

Reserbado… mas por quem?

by anonymous

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Há muito Benfica neste título do Porto!

 

Nota prévia para um texto que é escrito ainda antes de ver qualquer imagem do jogo. É um texto apenas baseado nas opiniões extraídas duma observação atenta, em tempo real, do jogo que atribuíu o título 2011/2011, num feito sem paralelo há 71 anos – festejo em plena casa do rival.

 

Vamos a factos, ao que gostei e não gostei, ao que vi:

- Não gostei de ver o Otamendi ser poupado a um amarelo logo aos 2 minutos de jogo, cartão que o poderia nem sequer ter feito chegar ao intervalo;

- Ambos os penaltys me parecem forçados. Se eu fosse árbitro, em campo e em tempo real, não marcava nenhum deles (posso vir a arrepender-me ao ver na TV);

- Não gostei das perdas de tempo, desde o início, por parte do Hélton;

- Não gostei mesmo nada da atitude anti-desportiva do Javi Garcia, cujo cartão era mais a fugir para o alaranjado...

- Não gostei das bolas de golfe e outros “aspectos de festa” que mencionarei mais à frente;

- Não gostei de ver o Benfica levar um “banho de bola”, especialmente na primeira parte, quando em igualdade numérica.

 

O que se passou ontem foi apenas o último capítulo do culminar duma época que começou logo muito mal. Um planeamento e pré-época em festa, bem ao estilo do que já havia acontecido quando, com Trapattoni, o Benfica quebrou um jejum de 11 anos. Podia nesse ano ter feito a dobradinha; ao invés, perdeu uma semana em festejos e farras, tendo perdido a final no Jamor contra o Vitória de Setúbal.

 

Este ano, mais do mesmo. O Benfica sentou-se na pilha de louros colhidos por um título de 2009/2010 verdadeiramente notável e justo, e fez uma pré-época em ritmo de passeio. O sistema mantinha-se e o ano corrente seria mais do mesmo... ou não. Houve ainda erros de casting como o omnipresente Roberto, ao qual já voltarei.

A última semana antes da entrada a sério em competição (Super Taça contra o Porto) é digna de qualquer roteiro de “como não planear uma equipa”: faz-se uma pré época em ritmo de passeio e com erros de todos os tipos (Di Maria e Ramires já não moravam na Luz, OK...?), e de repente... 3 jogos no espaço duma semana, por forma a cumprir com obrigações “comerciais”.

Resultado: uma entrada em época com uma equipa completamente esgotada, vergada logo de entrada pelo rival directo. E todos sabem quanta moral dá uma vitória, a abrir, sobre um rival directo, mais ainda, pela forma convincente como a mesma se verificou. A Supertaça marcou logo o ritmo mental que o Porto precisava. Cortesia dos rapazes da Luz (e mais um episódio da Churrasqueira Espanhola)...

 

Seguiu-se a pior entrada de sempre numa época futebolística por parte do Benfica, com 3 derrotas em 4 jogos, a dar mais moral ao Porto, e a manter esse protagonista em crescendo... um tal de Roberto Gimenez.

 

Na melhor fase da época, a das 16 ou 17 vitórias seguidas, mais erros de casting. Mesmo nos jogos em que já se ganhava por dois golos ou similar, nunca se rodou a equipa (ao contrário do Porto). A equipa chegou à fase decisiva da época completamente esticada, muito para lá do limite. E os adeptos, pareciam esquecer-se da ave que lhes defendia (??) a baliza...

Foi então que veio o verdadeiro jogo do título, em Braga, e a influência espanhola voltou a fazer-se notar! Mais um caso de cortesia benfiquista.

Ontem na Luz, foi apenas deixar voar o pássaro de nuestros hermanos. Mais uma ajuda (e que ajuda) ao Porto, que não precisava dela, mas dela não tem qualquer culpa...

 

O grande destaque da época (não o único, mas o principal) acaba mesmo por ser Roberto:

- Na Supertaça

- No pior arranque da história do Benfica

- No jogo “do título” em Braga

- No jogo da festa azul, ontem, na Luz

Um jogador sempre regular e igual a si próprio. Nem tudo o que é regular é bom.

Quem tem Roberto na baliza, não pode ter aspirações!

Ninguém daria sequer 3 ou 4 milhões de € por um “jogador” destes; é o que dá fazer esquemas de lavagem de dinheiro.

 

Depois a tão propagandeada diferença: bolas de golfe e outros adereços. Não, o adepto benfiquista não é diferente. Aliás, são todos iguais. Só torcem por cores diferentes.

Tanta crítica se fez ao banho de bolas de golfe do Dragão, e os adeptos do Benfica fizeram exactamente o mesmo: bolas de golfe, maçãs, etc...

 

Mas não há que preocupar com consequências e/ou sanções. Se tomarmos como termo de comparação os casos anteriores ocorridos no estádio do Dragão e outros, rapidamente se vai perceber o que se irá passar em termos de justiça: precisamente nada!

 

A última cortesia do Benfica para com este título do Porto decorreu logo após o apito final. O verdadeiro adepto Benfiquista não gosta nada, mesmo nada, de ver o seu clube arcar com as despesas de um espectáculo aquático e de luzes (ou falta delas), em favor da festa do rival. Não havia necessidade, e a atitude não fica bem.

 

Toda esta cortesia não pretende tirar o mérito de um campeonato muito bom que o Porto fez. Se é um facto indesmentível que num ou noutro momento, aconteceu aquele toque de mágica, alheio ao futebol, que lhe permitiu resolver um ou outro jogo mais complicado, a grande verdade é a seguinte:

Quem oferece de bandeja, como ontem, não pode sequer aspirar a equilibrar a balança! 

Está entregue.

 

Uma palavra final para a violência antes e depois do jogo, em torno do estádio e afins: os casos de ontem provam que os adeptos são todos iguais (sofrendo apenas por cores diferentes). O típico adepto de futebol é arruaceiro por natureza.

Depois há as excepções, que sofrem por algum clube, e gostam apenas e só de (bom) futebol!!!

 

Um adepto Benfiquista

 

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