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"Nós - An insight", no Dia da Poesia

by anonymous

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Dois poemas do livro

“Nós - An insight”,

de Carlos Aranha

 

@@@@@@@@@@

 

YIN, YANG

 

Assim na terra como no céu,

um litoral dentro de mim.

Sou arquiteto do amor perfeito,

vindo das casas da “renaxença”,

fazendo espelhos no teu jardim.

 

Assim como abaixo, fico acima,

astronomia de corpo inteiro.

Escada sem degraus, nenhum destino,

Vênus e Marte não me confundem,

salvo por cem vidas, sou estrangeiro.

 

Assim como à direita, fico à esquerda,

reatando mistérios, as tais catedrais.

Com livros abertos, artifícios de fogos,

manjedouras góticas, poderosos magos,

sonhando que estou só, apago meus sinais.

 

Assim como José, também sou Maria,

filósofo mambembe, pedra, mar vegetal.

Da Espanha a lembrança de Antoni Gaudí,

sagradas famílias se espalham na Terra,

vejo tudo à distância, sem juízo final.

 

Assim falo sim, assim digo não,

altiplano central, descoberto no mar.

Palavras cruzadas, regressivas contagens,

Highlander não morre, nada está consumado,

sou assim como estou, pois ímpar é par.

 

@@@@@@@@@@@@@@@

 

NOT SO MUCH IMPASSIVE

 

(aos garotos que, como eu, amavam Beatles e Rolling Stones)

 

Just imagine!

Imense illumination...

I’m an imaginary

imagination…

Not yet immaculate…

Imagine me

in immoderate imminence…

Impassioned?...

Not so much impassive.

Just imagine!

Immense,

Imperishable illumination?...

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